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	<title>Tudo sobre Governo Federal | Dr. Tadeu Ribeiro - Advogado</title>
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	<description>Advocacia especializada e sob medida para o seu caso</description>
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	<title>Tudo sobre Governo Federal | Dr. Tadeu Ribeiro - Advogado</title>
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		<title>Salário mínimo de 2026 será de R$ 1.631,00, prevê Lei Orçamentária</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Tadeu Ribeiro - OAB/PB 24560]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Sep 2025 20:03:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito Previdenciário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O salário mínimo previsto para 2026 será de R$ 1.631,00 conforme o Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLN 15/25) encaminhado nesta sexta-feira (29) ao Congresso Nacional. O valor representa um reajuste de 7,44% em relação ao atual, de R$ 1.518. O projeto seguirá para análise da Comissão Mista de Orçamento e, depois, para votação no [&#8230;]</p>
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<p>O <strong>salário mínimo</strong> previsto para 2026 será de R$ 1.631,00 conforme o Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLN 15/25) encaminhado nesta sexta-feira (29) ao Congresso Nacional. O valor representa um reajuste de 7,44% em relação ao atual, de R$ 1.518. O projeto seguirá para análise da Comissão Mista de Orçamento e, depois, para votação no Plenário.</p>



<p>O governo federal busca reduzir a dívida pública em 0,25% do Produto Interno Bruto (PIB), o que corresponde a R$ 34,3 bilhões. Para 2025, a meta continua sendo déficit zero. O secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que o <a href="https://tadeuribeiro.adv.br/blog/tag/governo-federal/">governo</a> tem conseguido alcançar os resultados projetados.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Entenda os principais números do Orçamento</h2>



<p>Segundo Durigan, “a gente está apresentando ao Congresso uma proposta de lei orçamentária que tem o melhor resultado fiscal dos últimos 15 anos. Nós estamos falando de um superávit que é menos dependente de despesas extraordinárias e que está dentro de um planejamento e de uma consistência de estratégia. Temos que avançar nas duas pontas: é preciso recompor a receita – fazer com quem não paga e tem capacidade econômica para pagar que pague, de acordo com a lei em vigor – e sempre buscar aprimoramento de eficiência para que a gente tenha redução do gasto primário”.</p>



<p>Além do <strong>salário mínimo</strong> previsto para 2026, de R$ 1.631,00, as despesas primárias devem aumentar em torno de R$ 168 bilhões, o que significa um crescimento acima da inflação de 2,5%. O total será de R$ 3,2 trilhões, dos quais R$ 2,4 trilhões estão sujeitos ao limite do arcabouço fiscal. A maior parte desse aumento será destinada a gastos obrigatórios, principalmente <strong>previdência social</strong>. Já as despesas não obrigatórias representam apenas 7,6% do total.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como serão distribuídos os recursos</h2>



<p>O Orçamento total está estimado em R$ 6,5 trilhões, valor que inclui tanto as despesas primárias (manutenção da máquina pública e investimentos) quanto os custos da rolagem da dívida pública.</p>



<p>Entre os principais pisos orçamentários, o governo informou que serão destinados R$ 245,5 bilhões para a saúde, R$ 133,7 bilhões para a educação, R$ 83 bilhões para investimentos, R$ 70 bilhões para o Fundeb (Fundo de Manutenção da Educação Básica) e R$ 40,8 bilhões para emendas parlamentares impositivas.</p>



<p>O governo reduziu a expectativa de receitas extras: prevê R$ 19,8 bilhões com a redução linear de benefícios fiscais em discussão na Câmara, mas também espera perder R$ 5,2 bilhões devido a tratamento tributário diferenciado para instalação de datacenters.</p>



<p>Para a elaboração do orçamento, foram considerados os seguintes parâmetros: crescimento econômico de 2,44% (ligeiramente abaixo dos 2,5% previstos na Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2026), inflação medida pelo IPCA em 3,6%, taxa básica de juros em 13,11% ao ano (ante 12,56% anteriores) e dólar a R$ 5,76. As informações são da <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1194585-salario-minimo-de-2026-sera-de-r-1-631-com-aumento-de-744/"><em>Agência Câmara.</em></a></p>
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		<title>Revisão do FGTS: Governo pede que STF retire votação de pauta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Tadeu Ribeiro - OAB/PB 24560]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Nov 2023 01:38:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Trabalho]]></category>
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		<category><![CDATA[Governo Federal]]></category>
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<p>O governo Lula (PT) solicitou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que adie, por pelo menos 30 dias, o julgamento sobre a correção do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço). O objetivo é tentar um acordo com as centrais sindicais e a Caixa Econômica Federal para evitar um impacto bilionário nas contas públicas. As informações são da <em><a href="https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2023/11/governo-lula-pede-para-stf-adiar-julgamento-sobre-fgts.shtml" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Folha.</a></em></p>



<p>O julgamento estava previsto para ocorrer nesta quarta-feira (10), mas deve ser retirado da pauta pelo presidente do STF, ministro Luís Roberto Barroso. A data de uma nova sessão ainda não foi definida. O caso envolve uma ação que questiona a constitucionalidade da TR (Taxa Referencial) como índice de correção do FGTS e pede a substituição por um índice de inflação, como o IPCA-E (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo &#8211; Especial) ou o INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor).</p>



<p>A ação foi proposta em 2014 pelo partido Solidariedade e pela Força Sindical, que alegam que a TR não reflete a variação do poder de compra dos trabalhadores e que gera perdas no saldo do FGTS. </p>



<p>Segundo um estudo das entidades, as perdas chegaram a 88,3% até 2013. Um relatório da AGU (Advocacia-Geral da União) estima que a mudança do índice teria um impacto de R$ 660 bilhões nas contas públicas, caso fosse aplicada de forma retroativa a todas as contas do fundo.</p>



<p>O julgamento começou em 2019, mas foi suspenso após o voto do relator, ministro Luís Roberto Barroso, que hoje preside o STF. Ele propôs que o FGTS fosse corrigido pela poupança, que atualmente rende 6,17% ao ano mais TR, mas apenas a partir do julgamento, sem efeitos retroativos. Ele foi seguido pelo ministro André Mendonça. Faltam nove votos para a conclusão do caso.</p>



<p>O governo pretende costurar um acordo que assegure a correção dos valores do FGTS pela inflação, mas sem pagamento de retroativos. A proposta prevê a distribuição do lucro do fundo em todos os exercícios, a exemplo do que ocorre hoje de forma opcional e que tem assegurado aos trabalhadores um retorno maior do que a inflação. </p>



<p>As centrais sindicais, porém, ainda não aceitaram a proposta e querem negociar uma forma de receber os atrasados, mesmo que de forma parcelada.</p>
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